7 de dez. de 2009
Ho ho ho!
3 de out. de 2009
Dica
26 de ago. de 2009
Dica
18 de ago. de 2009
Acontece em BH
Pão de Queijo é coisa nossa!

13 de ago. de 2009
Você conhece os Tweens?
Mas quem são, o que pensam, o que necessitam e desejam estes indivíduos?! Esta é, sem dúvida, uma resposta preciosa, pois esta fase que costuma dar muita dor de cabeça aos pais, é muito bemvinda pelo mercado, afinal os Tweens correspondem a 8% da população brasileira, algo em torno de 15 milhões de pessoas. Estima-se que os Tweens sejam responsáveis por um consumo de US$25 bilhões por ano no mercado global!!!
Segundo a pesquisa Kids Experts, de maneira ampla, os tweens podem ser dividos nas seguintes tribos: esportistas, bagunceiros, patricinhas/playboys, nerds, Emos e os Populares. mas independente da tribo a que pertençam, todos gostam de bater papo on line, jogar video games, falar ao celular, e claro, estar na moda!
O fato é, que além de no presente este já ser um segmento pra lá de lucrativo, o potencial de consumo deste pessoal só tende a crescer paralelamente a sua própria idade....então... um belo público para se fidelizar, não é não?!
6 de jul. de 2009
24 de jun. de 2009
Marketing Olfativo
Para agregar ainda mais valor aos seus Produtos, as empresas dispoem do chamado "marketing olfativo". Trata-se da utilização dos aromas para criar uma atmosfera capaz de atrair a atenção do cliente. Algumas empresas preocupam-se em associar sua marca a uma experiência olfativa agradável e de fácil reconhecimento, enquanto outras utilizam a ferramenta com foco principalmente no aumento das vendas. Para tanto, especialistas garantem que com a utilização adequada dos aromas é possível aumentar o tráfego no estabelecimento, a velocidade de visitação, o tempo de permanência dentro da loja e até mesmo despertar a fome dos clientes. Os cientistas afirmam que os aromas afetam as frequências das ondas cerebrais do hemisfério direito, que está ligado às emoções. Os americanos foram pioneiros nesta abordagem, utilizando-se de aromas para aumentar a permanência das pessoas nos cassinos em Las Vegas. Vários países, como por exemplo Japão e China adotaram rapidamente a estratégia. No Brasil, em meados dos anos 90, alguns supermercados adotaram o marketing olfativo para aumentar o tráfego de clientes em áreas de menor procura, e para chamar a atenção para produtos em oferta . Aos poucos o uso dos aromas foi se ampliando para empresas dos mais diversos ramos de atuação.
Escolher um aroma que comunique bem com o seu target e crie uma identificação com a marca não é tarefa simples, e para isso, exitem no mercado empresas especializadas, que podem identificar dentre os aromas existentes (florais, frutais, madeira,...) aquele que mais se adequa ao seu negócio e seu objetivo; ou até mesmo desenvolver um aroma exclusivo para sua empresa. São exemplos de empresas que adotam o marketing olfativo: Nike, Levi's, Chilli Beans, CVC, Espaço Fashion, etc... e até USP e Petrobrás!!!
12 de jun. de 2009
O que é sustentabilidade?

"Os consumidores já deixaram claro: preferem empresas que seguem princípios socio-ambientais. Algumas corporações entendram o recado e, além de se adequar ao mercado, apostam que a economia verde pode ser uma saída para o momento crítico atual." (Fonte: Meio & Mensagem nº 1362).
Leiam de novo a chamada do post. Alguma coisa errada?! Aparentemente não, as pesquisas comprovam a importância das práticas sustentáveis para o NEGÓCIO das empresas. E nessa "onda", muitas acabam de fato tendo ações e resultados muito bons... e o mundo agradece.
Mas eu gostaria de sugerir uma reflexão sobre o que estamos chamando de sustentabilidade. Será que nós, profissionais de marketing, estamos preparados para uma mudança de paradigma, ou vamos apenas adequar nossas práticas a esta "tendência"?! Afinal, o que significa ser uma empresa sustentável, ou um consumidor engajado em questões sócio- ambientais? Será que se levarmos nossas sacolas ao supermercado ao invés de usar as "terríveis" sacolinhas de plástico já estamos fazendo mesmo a nossa parte?! (De fato o plástico é bastante prejudicial à natureza, mas esse não é o ponto aqui). E aquele consumidor que usa roupa de tecido reciclado para tirar uma de "descolado"?! Será que a empresa que destina parte de seus investimentos a um projeto social de cunho bastante assistencialista está sendo sustentável?!
Podemos- e devemos!- levantar muitas questões. E a própria reportagem de onde esta chamada foi extraída já nos dá uma luz quando afirma:
" A trilha da sustentabilidade (...) é considerada muito mais uma mudança de mentalidade no modelo de gestão do que uma solução que exija pesados investimentos." (Fonte: Meio & Mensagem nº1362. Grifo meu.)
Pense nisso!!!
3 de jun. de 2009
Ganhando tempo e o cliente
25 de mai. de 2009
Marketing de Relacionamento e Necessidades Relacionais

1. Segurança: necessidade do cliente em se relacionar com uma empresa idônea, que cumpre seus contratos, que entrega os produtos adequadamente, com a qualidade esperada, etc... Enfim, o cliente precisa sentir que não há riscos em negociar com esta empresa.
2. Validação, afirmação e importância: o cliente precisa sentir que é importante para a empresa, que esta se preocupa verdadeiramente em atender suas expectativas e resolver seus problemas.
3. Proteção e aceitação: necessidade de relacionar com uma empresa confiável, que é livre de preconceitos, por exemplo, que o aceita como ele é e resolve suas questões de forma protetora, protegendo sua individualidade.
4. Confirmação da experiência pessoal: o cliente precisa enxergar que a empresa realmente entende o que ele está buscando.
5. Auto-definição: O cliente precisa expressar suas preferências e ser atendido nestas expectativas. A customização é um exemplo de como satisfazer a necesidade de auto-definição. Outra forma é tendo um serviço de atendimento ao consumidor eficaz, para que ele possa fazer suas reclamações e de fato ser atendido em suas necessidades.
6. Causar impacto: é a necessidade que o cliente tem de ser ouvido pela empresa, de perceber, por exemplo, que suas sugestões não só são levadas a sério, mas quando possível implantadas.
7. Necessidade de que o outro inicie: é a empresa quem deve buscar um relacionamento com o cliente e não o contrário. Um serviço de folow-up baseado numa fonte de dados significativa, é uma forma de atender esta necessidade. Esta é uma necessidade muito negligenciada pelas empresas e pelas pessoas em geral.
8. Expressão do afeto: aqui o afeto pode ser traduzido não só como os sentimentos que o cliente tem em relação à empresa, mas também seus pensamentos, opiniões, sugestões, etc...
21 de mai. de 2009
Crescendo em tempos de crise


